Priscilla III
es-tre-las bri-lham no céu da noi-te ne-gra va-zi-o, não, o-co e-ter-no “Pronto, sua vez,” ela diz com um sorriso no rosto. Penso um instante, a ideia surge: ru-a es-cu-ra luz pe-la cor-ti-na do só quar-to va-go “O que será que estão aprontando naquele quarto? Já está tão tarde,” indaga Priscilla, nós dois olhando pela janela para o prédio da frente. Respondo as-sas-si-no nu cor-ta a mo-ça em pe- da-ços mo-lha-dos Rimos, ela olha para mim em tom de desafio e diz, ins-tin-to as-sas- si-no, mei-a-noi-te, o- lhan-do ví-ti-ma Sombrancelha arqueada, aceito e rebato, in-cons-ci-en-te pre-sa ri, i-no-cen-te do seu ver-me-lho E responde, ban-que-te san-gren- to, mor-ci-lha de gen-te- por-co. de-lí-cia! “Bom, acho que a graça já passou,” digo. “Também acho, mas ainda estou curiosa a respeito daqu...